Neste momento de agora é início do dia sete de maio de dois mil e dezesseis, quando começo a escrever estas palavras é uma hora da manhã, sábado.
Ao retornar de meu trabalho, cansado, dormi um pouco e depois passei pelas informações que estão acontecendo em nosso país, que muito me entristece esta situação.
Alguns defendem partidos políticos, acusam partidos políticos, mas que como disse o presidente do congresso poucos dias atrás: “QUE DEUS TENHA PIEDDADE DESTA NAÇÃO.” E que o povo brasileiro aprenda a andar no caminho da justiça e do direito, saibam cobrar das autoridades que se desviam e que as autoridades saibam comandar o nosso país no eixo da igualdade, equidade, justiça, direito, ética, eficiência, liberdade, verdade, isonomia...
Em dois mil e treze, ouvi de um cirurgião e entendi que uma cirurgia para retirada de um tumor em meu corpo após a quimioterapia poderia custar minha vida, era muito arriscado. Entendi a gravidade da cirurgia e percebi que poderia realmente morrer, mas algo teria que ser cortado e retirado de mim, porque cresceu dentro de mim, no entanto não fazia parte do bom funcionamento de meu corpo, teria que ser cortado e retirado.
Aí eis a questão: deixar como estar ou cortar e retirar o que está errado?
Preferi cortar e retirar o mal que estava dentro de mim, o cirurgião sabia que era grande o risco, sendo suas palavras fieis, realmente cheguei próximo ao limite de minha vida e minhas forças se esgotaram, mas pela graça de Jesus Cristo sobrevivi.
Da mesma forma eu vejo nosso país, se continuar cortando vai machucar muita gente, a cicatriz será grande, porem o Brasil tem condições em melhorar se o povo buscar o bem de todos para todos, não buscar vantagens próprias.
É possível sairmos um povo mais forte, com dignidade, um país que seja realmente de todos para todos, sem o jeitinho brasileiro de furar fila, deixar de receber alguma migalha para votar em alguém, livre de corrupção que é um câncer que se alastra e quer acabar com o nosso povo.